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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Eu por mim mesma.
Odeio pentear o cabelo. Amo tomar banho no escuro. Ensaio diálogos em frente ao espelho. Prendo a respiração sempre que passo perto de peixaria. Tenho a risada estranha. Prefiro sapatos a roupas. Gosto de filmes sem sentido. Tenho medo de dirigir. Adoro beijo na testa. Choro antes de dormir. Amo escrever. Prefiro segurar uma mão do que um copo. Assusto sempre que pego no sono. Meu pé adormece quando vejo "estrela". Meu lábio treme quando estou nervosa. Releio mensagens antigas antes de dormir. Me arrependo todos os dias por algo que não fiz. Meu orgulho é maior que meus sentimentos. Sou boa em dar conselhos. Nunca os aplico em minha vida. Sou viciada em abraço. Um homem bem humorado vale mais que 10 bonitos. Um charmoso vale uma parada cardíaca. Sou intensa. Pessoas efusivas me irritam. Morro de saudades da minha infância. Queria ter 20kg a menos. Me sinto a ovelha negra da família. Adoro igrejas. Não suporto injustiça. Não desisto fácil. Corro atrás. Hoje quero, amanhã não sei. Sou apaixonada por crianças. Brigo com a minha mãe todos os dias. Não passo uma hora sem falar com ela. Sinto falta do meu pai. Acho meu irmão um cara incrível. Gosto de namorar. Sempre espero o pior das pessoas. Adoro ser surpreendida. Sou ótima fisionomista. Crio situações na minha cabeça. Acredito nelas. Acordo de bom humor. Amo dias cinzentos. Perdoo facilmente. Digo que não vou mais fazer. Faço de novo. Tenho medo de altura. Tenho medo do Jornal Nacional. Quero saltar de para quedas. Sou corajosa. Adoro paparicar meus amigos. Odeio bajulação. Tenho mini infartos quando vejo lagartixas brancas. Bebo pra esvaziar a cabeça. Vinho me deixa com a bochecha vermelha. E me deixa solta. Tenho medo de gostar. Minha ansiedade ainda me leva a óbito. Quero conhecer a Italia. Tenho medo de espíritos. Quero uma família igual a do Marley. Amo a liberdade. Adoro boa companhia. Nunca tem musica ou latinhas de refrigerantes com meu nome. Sou unica e exclusiva.Me apego fácil. Cometo sincericídios constantemente. E como cometo. Sofro de odaxelagnia. Odeio ser criticada. Gosto de punhetar assuntos em mesa de bar. Sou espontânea. Me acho desengonçada. Sou desastrada. Faço festa quando chego em casa. Faço tudo com no mínimo carinho.Odeio quarta feira. Gosto de beterraba. Tinha medo da mãozinha da família Addams. Já compus uma música. Pra te ver cantar. E sem saber. Adoro garoa fina. Odeio guarda chuva. Sou sentimental. Sonho com o amor da vida. Amo filmes de romance. Tenho preguiça crônica. Durmo no sofá. Choro nos finais de filmes e novelas. Tenho livros que nunca li. Li os que não pude ter. Não guardo rancor. Já quis ter quatro filhos. E uma casa branca. Tenho medo de chuva. Durmo coberta no calor. Gosto de carinho nas costas, e do entrelaçar dos dedos. Sorrio pro nada. Sou dessas que escreve cartinhas. Choro feito criança. Já quis morar sozinha. Ando cantando na rua. Tenho ataques de riso constantemente. Não suporto hostilidade. Me apego aos detalhes. Ouvia Renato Russo com meu pai quando era pequena. E ele cantava pra eu dormir todas as noites. Tenho muitas pintinhas. Acho marquinha de catapora um charme. Brigo comigo mesma. Canto quando tô com raiva. Nunca quebrei nenhum osso. Já fui pra escola com mão enfaixada. Sinto saudades. E machuca. Tenho cara de brava. Gosto do número treze. Não costumo dizer que amo. Amo em silêncio. Aprecio sorrisos sinceros. E bobos. Amo chocolate. Sinto saudades do meu pai. Queria ter uma irmã. E um Bulldog inglês. Me desfaço em lágrimas. Logo me renovo. Sou forte. Adoro dormir juntinho. Não falo o que sinto. Finjo que não vejo. E que não dói. Tenho cócegas no joelho. Arrepio com beijo no pulso. Sou carinhosa. Odeio gente grudenta. Não telefono. Sonho acordada. Falo demais. Amo fim de tarde na praia. Sou uma eterna criança. me envergonho de algo que fiz. Abraço com vontade. Prefiro amizade com homens. Quero tudo do meu jeito. Mas se não for eu aceito. Faço bico quando tô brava. Gosto que me apertem. E me irritem até eu dar risada. Não suporto baixaria. Falo palavrão. Acho horrível. Gosto de bandas estranhas. Sou alegre. Às vezes sumo. Não sei finalizar conversas. Me pergunto se você vai gostar. Odeio ter que dizer tchau pra quem eu gosto. Adoro furinho no queixo. Sempre olho pro sapato. Gosto de surpresas. E de faze-las. E de agradar. Escrevo quando dói. Quando não dói. Me desfaço de coisas. E de pessoas. Sou complacente. Nunca peço nada a Deus. Sempre o agradeço. Inteligência e afrodisíaco. Simplicidade é tudo. Amor é o bastante
domingo, 27 de janeiro de 2013
A MAIOR TRAGÉDIA DE NOSSAS VIDAS
Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu?
Morri em Santa Maria hoje. Quem não morreu?
Morri na Rua dos Andradas, 1925. Numa ladeira encrespada de fumaça.
A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta.
Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.
As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.
Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.
Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.
Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.
Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.
Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?
O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.
Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e cinquenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.
Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido.
A fumaça nunca foi tão negra no Rio Grande do Sul. Nunca uma nuvem foi tão nefasta.
Nem as tempestades mais mórbidas e elétricas desejam sua companhia. Seguirá sozinha, avulsa, página arrancada de um mapa.
A fumaça corrompeu o céu para sempre. O azul é cinza, anoitecemos em 27 de janeiro de 2013.
As chamas se acalmaram às 5h30, mas a morte nunca mais será controlada.
Morri porque tenho uma filha adolescente que demora a voltar para casa.
Morri porque já entrei em uma boate pensando como sairia dali em caso de incêndio.
Morri porque prefiro ficar perto do palco para ouvir melhor a banda.
Morri porque já confundi a porta de banheiro com a de emergência.
Morri porque jamais o fogo pede desculpas quando passa.
Morri porque já fui de algum jeito todos que morreram.
Morri sufocado de excesso de morte; como acordar de novo?
O prédio não aterrissou da manhã, como um avião desgovernado na pista.
A saída era uma só e o medo vinha de todos os lados.
Os adolescentes não vão acordar na hora do almoço. Não vão se lembrar de nada. Ou entender como se distanciaram de repente do futuro.
Mais de duzentos e cinquenta jovens sem o último beijo da mãe, do pai, dos irmãos.
Os telefones ainda tocam no peito das vítimas estendidas no Ginásio Municipal.
As famílias ainda procuram suas crianças. As crianças universitárias estão eternamente no silencioso.
Ninguém tem coragem de atender e avisar o que aconteceu.
As palavras perderam o sentido.
Fabrício Carpinejar
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
FELIZ ANIVERSARIO MEU AMOR...
Tudo é luz e som.
Como de costume sempre me esqueço deste dia - nada proposital - apenas uma espécie de falta de reminiscência. Você sabe, não sou boa com essas "coisas de datas". Porém, sinta-se feliz, porque hoje eu me lembrei que completamos 2 anos e 7 meses de muita cumplicidade, amizade, alegrias, tristezas (nem tudo é perfect) e muito, mais muito romantismo (risos).
Eu poderia fazer inumeros agradecimentos, dizer o quanto eu amo, mas não; seria clichê em demasia.
Estamos vivendo cada momento lentamente, seguindo sempre em frente. Aos poucos estamos nos tornando melhores. Me lembro da primeira vez que deitamos de conhinha sob uma lua de junho, e nos beijamos lentamente - UAU! - um espetaculo a parte.
De mãos dadas estamos caminhando, estamos falando em rimas, e temos um gosto combinado, e que,seja sempre assim.
Um super mega beijo!
Te amo!
Como de costume sempre me esqueço deste dia - nada proposital - apenas uma espécie de falta de reminiscência. Você sabe, não sou boa com essas "coisas de datas". Porém, sinta-se feliz, porque hoje eu me lembrei que completamos 2 anos e 7 meses de muita cumplicidade, amizade, alegrias, tristezas (nem tudo é perfect) e muito, mais muito romantismo (risos).
Eu poderia fazer inumeros agradecimentos, dizer o quanto eu amo, mas não; seria clichê em demasia.
Estamos vivendo cada momento lentamente, seguindo sempre em frente. Aos poucos estamos nos tornando melhores. Me lembro da primeira vez que deitamos de conhinha sob uma lua de junho, e nos beijamos lentamente - UAU! - um espetaculo a parte.
De mãos dadas estamos caminhando, estamos falando em rimas, e temos um gosto combinado, e que,seja sempre assim.
Um super mega beijo!
Te amo!
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Alguém tem analgésico de alma?
Palavras ferem mais que um punhal. Sinto dor. Muita dor. Vejo que não me conheces. Não sabes o quanto sofro em silencio, não sabes das minhas cicatrizes. Não tens ideia de tudo o que eu tenho guardado em mim, nem ao menos sabe o quanto tenho tentado não faze-la chorar. Parece não se importar, não aceitar, não querer, não amar... Sabe, me sinto só; agora mais do que nunca. Mais uma vez renegada, recusada, rejeitada. Depois de hoje meus sonhos serão sem estrelas, sem musicas, e, nada mais será incondicional. Continuo vivendo por ti e para ti, assim como vivo por ele e para ele. És parte de mim. Ao contrario, não renego, não recuso, não rejeito. Amo, amo, amo e amo. Quem sabe um dia possa saber quão frágil e sensível sou, embora me mostro forte, sempre forte.Como disseste a mim '' quem pode mais chora menos'', esteja sempre ciente que eu posso menos, muito menos. Caso haja em você alguma preocupação, não gaste seu precioso tempo '' esta tudo bem, alias, creio que vai ficar tudo bem''.
Dorme agora é só o vento lá fora...
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Contentamento.
Para variar um pouco, nesta noite tenho como minha companheira a 'insônia'. Assim sendo, resolvi escrever mais algumas besteiras para o tempo passar.
E por falar em tempo, me parece que ele tem passado tão depressa, parece-me que os dias não possuem mais 24h.
Há pouco, estava eu , aconchegada em meu sofá, vendo mais uma das inúmeras homenagens feitas a Hebe Camargo (uma grande perda, diga-se de passagem), me emocionei, fiquei comovida, alegre e triste ao mesmo tempo. Ta aí, um exemplo de pessoa que soube aproveitar o tempo, a vida.
Ao mesmo tempo, pude compreender que diante da vida não somos nada, somos apenas pó; do pó viemos ao pó voltaremos.
Tenho visto tantas coisas ruins acontecendo, que chego a pensar: Aqui jaz o mundo. É tanto stress, preocupação ( como diz o Bial, tão eficaz quanto mascar chiclete para resolver uma equação de álgebra), discussões, e, tantas outras coisas que fazem a gente correr contra o tempo. E, nesta corrida, eu e você, estamos esquecendo de ser FELIZ, estamos esquecendo de AMAR e sermos AMADOS.
Digo, o tempo é cruel, vejo mulheres se perderem tanto no tempo, que não veem os filhos crescerem; vejo os amigos partirem sem ao menos uma despedida, vejo os amores passarem depressa demais e com eles vão os detalhes mais importantes, e, talvez aquela palavra, aquele abraço, aquele sorriso...
Certa vez, um amigo (se é que posso chama-lo assim, já que não nos falamos há tanto tempo), me disse uma frase mais ou menos assim: "Devemos amar até aqueles que não conhecemos, para eles verem o que realmente é ser feliz". E hoje, somente hoje, isso fez sentido para mim, ao ver que, o desperdiçar de tempo faz com que, o amor fique acaçapado, sonegando assim, a felicidade, que depende sempre de um terceiro para se concretizar.
Que de hoje em diante, eu e você possamos reservar em nossas vidas um 'tempinho' para ver todas as maravilhas que existem espalhadas por ai, que, podem ser pequenas, mas são constantes. Que, tanto eu quanto você, tenhamos tempo para sentar na varanda e passar horas e horas conversando, ou então, somente escutando o cantar dos pássaros. A vida requer alguns cuidados, e administrar o tempo é um deles. Posso assegurar que seremos sim felizes, se administrarmos bem o tempo, porém, não posso afirmar que de vez em quando ficaremos tristes, o que seria das rosas sem o espinho? Porém a beleza da rosa vale o incomodo dos espinhos.
E por falar em tempo, me parece que ele tem passado tão depressa, parece-me que os dias não possuem mais 24h.
Há pouco, estava eu , aconchegada em meu sofá, vendo mais uma das inúmeras homenagens feitas a Hebe Camargo (uma grande perda, diga-se de passagem), me emocionei, fiquei comovida, alegre e triste ao mesmo tempo. Ta aí, um exemplo de pessoa que soube aproveitar o tempo, a vida.
Ao mesmo tempo, pude compreender que diante da vida não somos nada, somos apenas pó; do pó viemos ao pó voltaremos.
Tenho visto tantas coisas ruins acontecendo, que chego a pensar: Aqui jaz o mundo. É tanto stress, preocupação ( como diz o Bial, tão eficaz quanto mascar chiclete para resolver uma equação de álgebra), discussões, e, tantas outras coisas que fazem a gente correr contra o tempo. E, nesta corrida, eu e você, estamos esquecendo de ser FELIZ, estamos esquecendo de AMAR e sermos AMADOS.
Digo, o tempo é cruel, vejo mulheres se perderem tanto no tempo, que não veem os filhos crescerem; vejo os amigos partirem sem ao menos uma despedida, vejo os amores passarem depressa demais e com eles vão os detalhes mais importantes, e, talvez aquela palavra, aquele abraço, aquele sorriso...
Certa vez, um amigo (se é que posso chama-lo assim, já que não nos falamos há tanto tempo), me disse uma frase mais ou menos assim: "Devemos amar até aqueles que não conhecemos, para eles verem o que realmente é ser feliz". E hoje, somente hoje, isso fez sentido para mim, ao ver que, o desperdiçar de tempo faz com que, o amor fique acaçapado, sonegando assim, a felicidade, que depende sempre de um terceiro para se concretizar.
Que de hoje em diante, eu e você possamos reservar em nossas vidas um 'tempinho' para ver todas as maravilhas que existem espalhadas por ai, que, podem ser pequenas, mas são constantes. Que, tanto eu quanto você, tenhamos tempo para sentar na varanda e passar horas e horas conversando, ou então, somente escutando o cantar dos pássaros. A vida requer alguns cuidados, e administrar o tempo é um deles. Posso assegurar que seremos sim felizes, se administrarmos bem o tempo, porém, não posso afirmar que de vez em quando ficaremos tristes, o que seria das rosas sem o espinho? Porém a beleza da rosa vale o incomodo dos espinhos.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Há um tempo considerável que não venho aqui, para postar algo. E, como a insonia é minha companheira de todas as madrugadas, resolvi escrever, por quê não?
Hoje em dia, muito se ouve falar em Justiça. Para nós amantes do 'Direito', Justiça é dar a cada um aquilo que lhe é merecido, Justiça é a faculdade que faz com que Doutos Magistrados julguem segundo o direito e a melhor consciência. É em Direito o termo que se designa a tudo aquilo que se faz de acordo com o Direito. É o Direito e a Razão. É o conjunto de órgãos e funções que compõem nosso Poder Judiciário, conjunto de Magistrados e pessoas que servem junto deles. E assim, teoricamente, tudo é tão bonito, e caminha na perfeita harmonia.
Vemos, que hoje o papel social de quem exerce ou deveria exercer JUSTIÇA encontra-se limitado, e quem 'dá a cara bater' é visto como um louco ou, pior, como um simples caso de policia. Infelizmente essa Justiça que buscamos está prestes a morrer, ou, morrendo. Agora, neste instante em que vos escrevemos, longe ou aqui do lado, na frente da sua casa, alguém esta matando-a. E cada vez que uma parte, dessas que foram supra mencionadas morrem, é como se, nunca tivesse existido para aqueles que confiam, para aqueles que esperavam aquilo que devemos esperar: JUSTIÇA, SIMPLESMENTE JUSTIÇA.
Esperamos por Justiça, somos criados para isso. Mas esperamos por aquela que não se envolve em Teatros e nem nos confundem com flores de vã retórica judicialista, tão pouco, a que permitiu que lhe viciassem os pesos da balança. Mas sim, uma justiça pedestre, uma justiça amiga em nosso cotidiano, uma justiça para quem o justo seria o mais exato e rigoroso sinônimo de ÉTICA. Esperamos pela justiça indispensável para a felicidade do espirito. Queremos, que os TRIBUNAIS a exercesse. Desejamos uma JUSTIÇA que fosse a emanação espontânea da própria sociedade e que se manifestasse, como um iniludível imperativo moral, o respeito pelo direito a ser que a cada ser humano assiste.
Houvesse essa Justiça, nem um só ser humano mais morreria de fome, ou de tantas doenças que são curáveis para uns, mas não para outros. Houvesse essa Justiça, e a existência não seria, para mais da metade da humanidade, a condenação terrível que objetivamente tem sido. Houvesse uma nova justiça distributiva e comutativa que todos os seres humanos possam chegar a reconhecer como intrinsecamente sua, uma justiça protetora da liberdade e do direito, não de nenhuma das suas negações.
O que fazer? Da literatura à ecologia, da fuga das galáxias ao efeito de estufa, do tratamento do lixo às congestões do tráfego, tudo se discute neste nosso mundo. Mas o sistema democrático, como se de um dado definitivamente adquirido se tratasse, intocável por natureza até a consumação dos séculos, esse não se discute.
Porém, para essa justiça dispomos já de um código de aplicação prática ao alcance de qualquer compreensão, e que esse código se encontra consignado desde há cinquenta anos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, aqueles trinta direitos básicos e essenciais de que hoje só vagamente se fala, quando não sistematicamente se silencia.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, tal qual se encontra redigida, e sem necessidade de lhe alterar sequer uma vírgula, poderia substituir com vantagem, no que respeita a retidão de princípios e clareza de objetivos, os programas de todos os partidos políticos do orbe, nomeadamente os da denominada esquerda, anquilosados em fórmulas caducas, alheios ou impotentes para enfrentar as realidades brutais do mundo atual, fechando os olhos às já evidentes e temíveis ameaças que o futuro está a preparar contra aquela dignidade racional e sensível que imaginávamos ser a suprema aspiração dos seres humanos.
Ora, se não estamos em erro, se não somos incapaz de somar dois e dois, então, entre tantas outras discussões necessárias ou indispensáveis, é URGENTE antes que se nos torne demasiado tarde, promover um debate mundial sobre a democracia e as causas da sua decadência, sobre a intervenção dos cidadãos na vida política e social, sobre as relações entre os Estados e o poder econômico e financeiro mundial, sobre aquilo que afirma e aquilo que nega a democracia, sobre o direito à felicidade e a uma existência digna, sobre as misérias e as esperanças da humanidade, ou, falando com menos retórica, dos simples seres humanos que a compõem, um por um e todos juntos. Não há pior engano do que o daquele que a si mesmo se engana. E, assim é que estamos vivendo.
PS: Alguns trechos foram retirados de um artigo de José Saramago.
Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. E que, até o
último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história,
para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de
amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato,
a mais bela história de amor da sua vida.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
HAPPY VALANTINE'S DAY
É tão bom AMAR!
AMAR é a forma mais bonita de se viver bem.
AMAR é falar da infância, das férias, das saudades. Ama aquele que aguarda com aflição o telefone tocar, e, dá um salto para atendê-lo antes mesmo do primeiro trim. Ama quem à toa chora, quem rememora, quem comemora datas que o outro esqueceu. Ama aquele que gosta da vida, de nuvem, de rio gelado e de parque de diversões. Ama aquele que sonha, quem teima, quem vive morrendo de amor e quem morre vivendo de amar. Percebe-se que, sente amor por alguém quando consegue-se ler nos olhos e sente no coração as vontades saborosas do outro. Sente-se amado, quem se embeleza em estado do amor. Somente os bons podem amar.
AMAR é falar da infância, das férias, das saudades. Ama aquele que aguarda com aflição o telefone tocar, e, dá um salto para atendê-lo antes mesmo do primeiro trim. Ama quem à toa chora, quem rememora, quem comemora datas que o outro esqueceu. Ama aquele que gosta da vida, de nuvem, de rio gelado e de parque de diversões. Ama aquele que sonha, quem teima, quem vive morrendo de amor e quem morre vivendo de amar. HAPPY VALANTINE'S DAY
O que a vida fez de nossa vida [3]
Sua historia, minha historia. Sua vida, minha vida. Seu amor, meu amor. Hoje não mais.
Há uma foto nossa na parede de meu quarto. E quando a casa foi deixada em ruínas, eu senti um misto de ódio e rancor; hoje são apenas magoas. Neste momento não tinha ninguém para lidar com todos os pedaços que você deixou.Exceto ela que estava lá, mais forte do que nunca. Ainda não consigo aceitar o fato de ser ignorada, como se eu nunca estivesse aqui, como se não houvesse um "eu". Durante esses anos estive pensando em meus natais e meus bolos de aniversario, já não são os mesmos sem você aqui.
Você nos deixou sem nenhum adeus, nenhuma palavra foi dita. Sei que tenho um coração errante, que vive em amarguras. Mas você não se lembra, a razão pela qual você nos amou antes? Por favor lembre mais uma vez... Quando foi a ultima vez que pensou em nós? Ou nos apagou completamente de sua memoria?
Todo o percurso que tem feito seu coração, todos os caminhos, te faz perder a razão. Quando a noite chega e a lua ilumina seu quarto, será que você se lembra das noites em que contávamos estrelas?
Em cada canto da casa eu consigo ver o seu retrato, já nem sei mais quantas lagrimas já chorei buscando por ai vestígios seus.
Sabe, as vezes vejo sol brilhando sobre a casa de outras pessoas, mas na nossa nunca mais brilhou. As nuvens pintam o céu de cinza, e isso leva o meu verão embora. De alguma forma, o sol continua brilhando sobre você, sua casa e sua nova família; enquanto isso eu me esforço para ter o meu sol. Mas, se há uma luz em todo mundo, mande o seu raio de sol sobre nossas vidas.
Pode crer, eu vou bem eu to indo. To lutando, vivendo e pedindo, com loucura para você renascer ♫
Há uma foto nossa na parede de meu quarto. E quando a casa foi deixada em ruínas, eu senti um misto de ódio e rancor; hoje são apenas magoas. Neste momento não tinha ninguém para lidar com todos os pedaços que você deixou.Exceto ela que estava lá, mais forte do que nunca. Ainda não consigo aceitar o fato de ser ignorada, como se eu nunca estivesse aqui, como se não houvesse um "eu". Durante esses anos estive pensando em meus natais e meus bolos de aniversario, já não são os mesmos sem você aqui.
Você nos deixou sem nenhum adeus, nenhuma palavra foi dita. Sei que tenho um coração errante, que vive em amarguras. Mas você não se lembra, a razão pela qual você nos amou antes? Por favor lembre mais uma vez... Quando foi a ultima vez que pensou em nós? Ou nos apagou completamente de sua memoria?
Todo o percurso que tem feito seu coração, todos os caminhos, te faz perder a razão. Quando a noite chega e a lua ilumina seu quarto, será que você se lembra das noites em que contávamos estrelas?
Em cada canto da casa eu consigo ver o seu retrato, já nem sei mais quantas lagrimas já chorei buscando por ai vestígios seus.
Sabe, as vezes vejo sol brilhando sobre a casa de outras pessoas, mas na nossa nunca mais brilhou. As nuvens pintam o céu de cinza, e isso leva o meu verão embora. De alguma forma, o sol continua brilhando sobre você, sua casa e sua nova família; enquanto isso eu me esforço para ter o meu sol. Mas, se há uma luz em todo mundo, mande o seu raio de sol sobre nossas vidas.
Pode crer, eu vou bem eu to indo. To lutando, vivendo e pedindo, com loucura para você renascer ♫
Um passo para trás e... AVANTE.
Ao fazermos uma revisão critica de nossa própria existência não significa que somos fracos, mas sim, fortes. E a vida, a vida é difícil. Difícil entender, difícil de compreender. Procuramos por respostas, e essas custam a chegar. Por vezes é preciso recuar, para poder avançar, é muito cansativo ter que pensar, analisar, reanalisar algo que sabemos que não irá para frente. E, é neste momento em que precisamos nos afastar. Basicamente desapegar. Devemos identificar esse binômio necessidade/realidade tão particular que existe em nós, ai então sabemos que RECUAR É PRECISO. Por mais que a freada seja brusca, é preciso recuar, por respeito e fidelidade a nós mesmos. Precisamos nos colocar para fora, à espreita, e cuidadosamente olhar para outro angulo, e tomar decisão de seguir, sair, contornar ou até mesmo mudar a direção.
É preciso afastar-se, hibernar-se, meditar, mas não por muito tempo, para que no momento certo possa se avançar; e dessa forma conseguir dar o salto mais alto, seguro e brilhante.
Nada melhor que o sabor da conquista; ele é distinto, singular, assim como aquela famosa frase " Pessoal e Intransferível".
É preciso afastar-se, hibernar-se, meditar, mas não por muito tempo, para que no momento certo possa se avançar; e dessa forma conseguir dar o salto mais alto, seguro e brilhante.
Nada melhor que o sabor da conquista; ele é distinto, singular, assim como aquela famosa frase " Pessoal e Intransferível".
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